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Planilha para acompanhamento de OKRs


Rodrigo_Ramalho
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Quando falamos sobre OKRs, muitas vezes ouvimos a seguinte pergunta: Mas como vocês fazem o acompanhamento?

Hoje em dia existem muitas ferramentas para gestão de OKRs, porém muitas empresas ainda utilizam as boas e velhas planilhas para fazer esta gestão.

Pensando nisto, compartilho o modelo de planilha de acompanhamento de OKRs que utilizamos por aqui. Espero que seja útil a todos!

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  • Você também pode se interessar por:

    • Por HUB Casa do Desenvolvedor
      Recentemente, entrei em contato com a ideia de Prática Deliberada. Ela surgiu das pesquisas do Dr. K. Anders Ericsson, estudioso no tema da excelência humana da Universidade da Flórida. Por que algumas pessoas atingem altos níveis de produtividade ou sucesso numa área? Seria talento inato, diferenças qualitativas no modo de agir e pensar (características ensináveis!) ou uma combinação de ambos?
      Dr. Ericsson concluiu que o fator determinante é a Prática Deliberada. De tudo quanto li, especialmente dois artigos científicos recentes, acredito que seja uma combinação das duas coisas. Diferente do Dr. Ericsson, estes dois artigos mostram que o talento inato tem sim um papel importante como facilitador, ainda que a prática deliberada seja o ponto mais importante.
      Em um dos artigos, analisou-se um grande número de enxadristas, correlacionando QI e desempenho no jogo. No outro, o estudo foi feito com músicos. Neste último, por exemplo, encontrou-se uma associação entre uma maior Memória de Trabalho (por assim dizer, nossa memória RAM) com o desempenho ao tocar peças de primeira vista (sem ter treinado antes). Contudo, com o aumento da prática, o papel dessa memória superior diminuiu e a vantagem se tornou menor.
      Em outras palavras, a Prática Deliberada é capaz de diminuir o gap entre os diferentes níveis de talento. Nesse sentido, mesmo que o talento inato exista e seja muito importante (o que é evidente¹), o fator determinante para o sucesso e performance é necessariamente a prática, e a prática inteligente. E mais prática.
      Deixo aqui um artigo que explica um pouco mais sobre a Prática Deliberada. Se alguém mais conhecer do tema ou tiver outros materiais interessantes, vamos compartilhar!
      https://blog.ambra.education/pratica-deliberada/
      ¹ Para Ericsson, o talento inato influenciaria ao favorecer a prática deliberada, de modo que o maior desempenho de uma pessoa talentosa seria explicado por ela. Ou seja, para ele, o talento inato seria pouco relevante em si mesmo. Apesar disso, existe evidência sólida de que o talento inato age não apenas favorecendo a prática deliberada, mas também trazendo diferenças qualitativas e quantitativas no modo de pensar e agir. Seja como for, com maior ou menor talento, a prática deliberada é o fator mais importante.
    • Por HUB Casa do Desenvolvedor
      Ainda hoje vemos muitas empresários B2B aplicando estratégias inadequadas em suas organizações. Se você tem uma empresa B2B e quer fazê-la crescer, entenda: B2B não é B2C!
      Isso porque nas empresas B2B, nós lidamos frequentemente com compras complexas, que requerem considerações do nosso cliente, além de ter inúmeros stakeholders, ciclos longos de decisão e LTVs massivos. Estas características importam muito quando vamos desenvolver uma estratégia de crescimento.
      Sabendo as diferenças entre o crescimento B2B e o B2C, você será capaz de filtrar os conselhos que te dão e que são bons para um contexto e ruins para outro. Para saber se sua empresa B2B está pronta para crescer, é necessário saber em que fase ela está. Confira:
      Em que estágio está a sua empresa B2B?
      A melhor estratégia de crescimento para a sua empresa depende do estágio em que ela está: incubação, iteração ou escala.
      Um dos erros mais comuns é uma empresa agir como se estivesse na fase de escalar, quando na verdade está na fase de iteração. Como resultado disso, várias dessas empresas acabam desenvolvendo estratégias de crescimento ineficientes, que levam à gastos mensais exorbitantes em publicidade, canais de aquisição super estranhos, contratações não efetivas (com posteriores demissões), e a desconsideração dos feedbacks do cliente.
      Existe uma atmosfera que pressiona o crescimento, mas acreditar em seu próprio sucesso antes dele ser real pode matar empreendimentos em estágios iniciais. A seguir, um resumo de cada um dos estágios:
      Incubação: é quando você está construindo um MVP. Esta etapa deve ser feita de forma próxima com clientes potenciais e é preciso assegurar-se de que este MVP irá resolver um problema real com uma solução confiável.
      Iteração: é quando os clientes já estão usando o MVP e você está melhorando o produto rapidamente. O sucesso nesse estágio é baseado nos insights gerados pelos clientes, tanto quantitativos quanto qualitativos, e não pela excelência em promoção. É valioso incluir nesse processo iterativo clientes que não tem relação com você, pois o que se quer testar são os recursos do produto, e não o quanto um amigo está disposto a te ajudar. Aqui, se quer um cliente que seja uma amostra precisa de uma população muito maior para qual se quer vender. O ponto final dessa fase é o product/market fit.
      Escala: é quando você já tem o product/market fit e quer crescer a sua base de clientes. O objetivo dessa fase é construir um amontoado de táticas que maximizem a penetração de mercado com baixo custo. Aqui o sucesso está baseado em aumentar o LTV por meio da retenção e maximizar a conversão de funil para converter leads em consumidores de forma efetiva. Além disso, é importante encontrar táticas que possam ser repetidas para guiar a consideração e conscientização dos compradores acerca do produto. O ponto final dessa fase é a saturação de mercado, que levará à incubação e iteração de novos recursos, segmentos de clientes e locais.
      E aí, ajudou? Se quiser saber mais, tirei essas informações do link:
      https://techcrunch.com/2019/08/16/how-should-b2b-startups-think-about-growth-not-like-b2c/
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      Vamos continuar nossa conversa sobre A importância da Venda Consultiva?
       
       
    • Por Leonardo_Galdioli
      Hoje em dia se fala muito em ser líder e não chefe, mas afinal, qual é a fronteira entre os dois papéis em uma empresa?
      Quando se fala em ser um líder, o que todos dizem e pensam, é que deve ser aquele cara que engaja a equipe, que cria seguidores, que tem um grande poder de persuasão, que faz as pessoas o seguirem sem muito esforço e acabem fazendo o que ele diz, porque afinal, ele é um visionário.
      Já o chefe, apenas dá ordens, cobra resultado, atrasa para reuniões. É aquele cara que não ouve opiniões alheias, sempre está certo e só quer mandar.
      Em grande parte da minha vida profissional, mesmo sem ter o “cargo”, sempre me destaquei como um líder, porém, apenas após um cargo oficial, comecei a me questionar se eu era de fato um líder ou um chefe, apenas nesta fase da minha vida comecei a ficar preocupado em ser mais líder do que chefe. Mas por que antes era mais fácil?
      A diferença é que quando eu não tinha o cargo, as pessoas me viam apenas como mais um, e se eu os convencesse de algo, era porque realmente fazia sentido e então trabalhávamos naquela direção. Hoje preciso refletir muito de como peço ou questiono as pessoas, pois isso pode soar uma ordem, quando na verdade, eu quero gerar uma discussão, quando eu não quero ter razão, mas ao mesmo tempo ninguém contra argumenta.
      Esse comportamento me faz pensar que, por mais que você, líder ou chefe, dê total liberdade para as pessoas te questionarem, a maioria delas geralmente estará esperando por uma ordem, muitas delas precisam de ordens, só funcionam com cobrança e inconscientemente este é o jeito certo de guiar e ser guiado.
      Lógico, este pode ser apenas um problema meu, de minha personalidade como líder, pode ser culpa minha que as pessoas não se sintam à vontade em me questionar e contra argumentar, mas me pergunto, por que antes as mesmas pessoas com quem lido hoje, não se sentiam intimidadas?
      Pessoalmente e até profissionalmente, eu sei que tenho gênio forte, cada vez aprendo mais que devo me controlar para expor minhas opiniões e discutir com as pessoas, sou impaciente, porém calmo, sempre busco tratar e cobrar as pessoas de forma que não seja uma cobrança, mas que seja algo em que nós (eu e você) concordamos e entendemos que é a melhor opção. Porém, nos últimos tempos, fica cada vez mais claro pra mim que existem momentos em que o líder bonzinho tem que ser deixado de lado, e pra não falar chefe, o líder carrasco deve aparecer, ele deve cobrar, mandar, e tudo isso tem que soar um tanto quanto rude, pois muitas vezes, as pessoas deixam a “peteca cair”, todo mundo pode falar, orientar e aconselhar, mas enquanto o “boss” não ter essa conversa com a pessoa, ela não vai entender a criticidade do problema.
      O que eu posso concluir de tudo isso? Tanto líderes inexperientes como eu, quanto colaboradores de qualquer nível da empresa, tendem a confundir o papel dos líderes pensando que hoje em dia não deve haver mais um superior que cobre e que seja durão em determinados momentos. As pessoas acham que o líder é o chefe bonzinho e tudo se resolverá sem cobrança e sem broncas.
      O grande risco de tudo isso, é que se essa cultura do líder ser o chefe bonzinho já existe há algum tempo na empresa, qualquer postura mais rígida de um superior será julgada banal, este será odiado, até que mostre os resultados de sua conduta para sua equipe.
      Não deixe esta cultura prevalecer na empresa, pois isso resultará em baixa performance e subutilização de talentos.
      E você, concorda? Deixe sua opinião, para mim tudo é um constante aprendizado.
    • Por Karina Harumi
      O que significa ser proativo? Confira o significado, a importância e as principais características da proatividade, e 10 dicas para ajudá-lo a ser proativo.
       
      Já não é novidade que ser proativo é um requisito fundamental para quem quer ser notado, admirado e conseguir uma carreira de sucesso dentro de uma empresa. A proatividade tem sido cada vez mais requisitada entre os recrutadores e gestores.
      Mas, afinal, o que é ser proativo? Segundo o dicionário, proativo é um adjetivo atribuído a quem “pensa e age antecipadamente; que, por antecipação, adota medidas para evitar ou resolver problemas futuros”.
      Neste artigo, você aprenderá descobrirá o significado e a importância da proatividade. Além disso, apresentaremos 10 dicas para ajudá-lo a ser proativo.
      Para continuar lendo, clique aqui.


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